sexta-feira, 25 de abril de 2008

Decepção


Como de costume, perdi o episódio da quarta-feira de "American Idol". Só pude ver que foram músicas da Mariah Carey. Por mais terrível que possa parecer, achei bom colocarem os caras para cantar as músicas dela. Afinal, quem passa por esse teste pode cantar (quase) qualquer coisa. E a prova de que nem todo mundo que está na reta final merece estar ali foi a saída da chata da Kristy Lee Cook. Finally!

O post, porém, é apenas para lamentar a saída do Michael Johns, semana passada. Tudo bem que ele mandou mal, mas poxa, olha pra essa carinha! Er, quer dizer, lembra de como ele cantava bem! E tinha presença de palco fora do normal!
Agora fiquei sem favoritos na competição. Humpf.

*A propósito, alguém mais achou que a Mariah Carey dublou alguns trechos da música que cantou ontem?! Só digo isso: decepção atrás de decepção nesse "American Idol"...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

E não é que a Kimber é uma fofura?!


A atriz Kelly Carlson, de Nip/Tuck, é uma fofa! Diferente da personagem que ela interpreta (a drogada e atriz de filmes pornográficos, Kimber), a loirinha (que deve pesar, no máximo, 35 quilos) é uma pessoa altamente querida e bem pouco problemática. Ao contrário de algumas das pseudo-celebridades que encontrei na festa do Nip/Tuck nesta última terça, em São Paulo, Kelly (olha como eu estou íntima!) mostrou-se uma pessoa muito pé-no-chão e extremamente simpática.
Na coletiva, terça de manhã, a atriz provou que tem jogo de cintura para atravessar questões polêmicas sem perder a elegância. Fez questão de reforçar que toda a nudez da série tem um propósito, e elogiou indiretamente os brasileiros por serem mais compreensivos quanto à série do que os americanos. Sabe portar-se, falar em público e ainda por cima é irritantemente bonita (eu me pergunto se ela já se submeteu àquelas que são o tema da série, as cirurgias plásticas).
A fotinho aí em cima está ruim, porque foi tirada com o celular (e a mulher não parou quieta um segundo!), mas dá pra ter uma idéia de quem estou falando.

*Em tempo: muito legal a festa do Nip/Tuck em um hotel em São Paulo. A suíte presidencial foi toda caracterizada com objetos da série. Uma bebidinha colorida, servida em tubos de ensaio, era entregue por garçonetes vestidas como enfermeiras. Tudo muito caricato, divertido. Christian Troy teria gostado.

*Se você não tem idéia do que isso tudo significa, pode começar a se sentir culpado. Assim como eu, você deve ter passado quatro anos renegando essa série (e depois que a Fox decidiu dublá-la, deve estar pensando: “ainda bem que esta eu não acompanho”), mas agora é hora de encará-la. Parece que a quinta temporada de “Nip/Tuck” veio para abalar as estruturas, com a mudança dos cirurgiões-plásticos para a cidade mais plástica que existe: Los Angeles. Vou parar de fazer cara feia pra série e vou correr atrás dos episódios perdidos. A começar pela primeira e segunda temporadas, que eu tenho em DVD em casa (e nunca abri!).

sexta-feira, 28 de março de 2008

Viciada nos pseudo-artistas


"American Idol" é a única série que eu estou conseguindo acompanhar pela televisão. Não sei se são os horários ou o vício, mas não consigo deixar de assistir. Mesmo que não seja o episódio todo, fico acordada até de madrugada só pra ver um pedacinho do meu reality favorito.
O triste de viciar em “American Idol” é que você não pode assistir a nenhum noticiário americano ou entrar em qualquer site daquele país, correndo o risco de descobrir os eliminados. Aliás, já descobri quem será eliminado na próxima semana. Não será uma graaande perda, mas preferia não saber. Damn it, Eonline!
Depois de tanto falar do programa, nada mais justo do que comentar os 12 finalistas:

Amanda Overmyer: foi uma pena que ela saiu. Não porque fosse uma excelente cantora, ou tivesse uma gota de carisma, mas ela me fazia acreditar que o programa também poderia ser dominado pelos roqueiros. Guess not.

Brooke White: não gosto. Podem me xingar, mas acho a voz dela igual a de qualquer cantora de boteco. Sem contar que se veste tão bem quanto a Paula Abdul. Afe.

Carly Smithson: nada contra, nada a favor. Mais uma Kelly Clarkson da vida. Canta bem. E só.

Chikezie: cara super gente fina, mas medíocre (no melhor sentido).

David Archuleta: ouço gritos de “já ganhou” só ao falar o nome dele. Canta MUITO para um menino de 17 anos. As risadinhas incessantes me cansam um pouco, mas acho que o menino tem motivos para sorrir mesmo.

David Cook: um pouco arrogante, mas muito bom. Roqueiro (o que já me agrada), afinado e inteligente na hora de fazer arranjos.

David Hernandez: alguém aí tem dúvida do motivo que fez com que ele fosse eliminado? Só porque o menino foi stripper de uma boate gay, a tão democrática América jogou o cara pra escanteio.

Jason Castro: em alguns momentos o acho ótimo, em outros acho que ele é igual a qualquer outro. O fato é que mesmo sendo tímido, ele transborda carisma. Sem contar a escolha de músicas, quase sempre impecável, o que já o ajudou muito até aqui.

Kristy Lee Cook: quem?! (como diria o Simon: “forgettable”)

Michael Johns: esse é o cara. Excelente gosto musical, voz aveludada, estilo, carisma e, por que não, beleza. Que pacote! Só falta se soltar um pouquinho.

Ramiele Malubay: não sou muito fã do jeitinho dela, mas acho que tem uma das vozes mais fortes da competição em termos de alcance. A menina alcança todas as notas! Seria ainda mais impressionante se ela soubesse se portar no palco. Aquele olhar focado no horizonte é meio frio demais.

Syesha Mercado: uma das minhas favoritas. O tipo de pessoa que se estivesse na minha frente na fila de testes do “American Idol” eu seria obrigada a matar.

Esse é o top 12 (na verdade top 10, com a saída da Amanda e do David Hernandez), que, na minha opinião, ficaria muito melhor se uma das minhas favoritas não tivesse sido tesourada: Asia’h Epperson. Tão injusto.

*E você, o que acha deste Top 12? Quem são seus favoritos?

terça-feira, 25 de março de 2008

Um minuto de silêncio


Depois de milênios sem dar as caras nesse blog, venho trazendo notícias tristes: "Jericho" foi cancelada. De vez!

Quem quiser ver mais um pouquinho de Jake e... bem, só de Jake mesmo, pode baixar os sete episódios da segunda temporada que a TV americana já começou a exibir.

:(

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Sony e SBT: estilo curioso de fazer programação

Tem horas que eu acho que o Sony é o SBT da TV paga brasileira. Não por causa do conteúdo (já que hoje, o Sony tem uma das melhores programações de séries disponível na TV por assinatura), mas por causa da grade de programação, digamos assim, volúvel.
Fiquei frustrada por ter perdido o começo de "American Idol" ontem, por culpa da falta de informação do canal. Se antes o programa era exibido às quartas, em dois horários (às 20h e às 21h), e às quintas em apenas um horário (21h), nada mais decente do que avisar aos telespectadores que, a partir dessa etapa, o programa seria exibido TAMBÉM às 20h da quinta-feira.
Aí hoje eu leio no Estadão que o canal vai exibir um especial com os 24 participantes de "Idol" durante duas horas na SEXTA, a partir das 20h.
Agora eu pergunto para você: será que o público não poderia ter sido avisado sobre a mudança e sobre o especial durante a programação do canal? Será que não dava para colocar uma mísera vinhetinha sobre isso no intervalo do próprio "American Idol", ao invés de passar 332 vezes o comercial sobre o próximo episódio de "Desperate Housewives", ou 341 vezes o de "Grey's Anatomy", ou ainda 219 vezes o de "Rules of Engagement"?
Parece que o canal não aprende com os erros do passado. Quem acompanhava a temporada anterior de "American Idol" e perdeu o episódio final porque o Sony decidiu simplesmente mudar o horário da reprise aos domingos sabe do que eu estou falando. Será que podemos esperar a mesma falta de bom senso para esta sétima temporada?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Imperdível


A terça-feira está *demais* com as estréias do AXN. Dessa vez o canal acertou a mão.
Tirando o horário de "Dirty Sexy Money", às 20h, o resto está perfeito.
Se você ainda não viu, está em tempo de começar. As duas melhores séries dessa "mid season" são "DSM" e "Damages", sem dúvida, e ainda estão na segunda semana de exibição!

Pra você acompanhar: "Dirty Sexy Money" (foto) mostra a relação de Nick (Peter Krause) com a rica e problemática família Darling. Enquanto trabalha para os Darling, ele tenta desobrir quem matou seu pai (também advogado. Trabalhou para a família Darling por mais de 40 anos). Uma delícia.

"Damages" gira em torno do escritório de advocacia de Patty Hewes (Glenn Close). A partir de um caso pra lá de complicado, a vida de uma de suas advogadas associadas vai ser virada de pernas para o ar. E desde o piloto já se tem uma idéia de como a vida dela vai mudar... infelizmente, a trama é muito complexa para explicar em poucos parágrafos. Essa você vai ter que encontrar um jeito de recuperar.

*Hoje é dia de "American Idol", que é simplesmente a melhor comédia do momento.

*Não comentei a estréia da quarta temporada de "Grey's Anatomy" no Sony porque já assisti. Comentários em posts anteriores.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Cante comigo!

(em ritmo de Axé)
Acabooooooou, acabou!
Acabooooooou, acabou!

(a greve dos roteiristas, para quem não é fanático por séries e não sofreu de síndrome de abstinência)