quarta-feira, 30 de julho de 2008

A volta das magrelas


(em ritmo de jingle) Na na na na na nara...

Você pode não reconhecer essa cantoria acima, mas é a musiquinha que ficou grudada na minha cabeça desde a última segunda-feira, quando participei da coletiva de imprensa do programa com o pior nome da TV paga: "Brazil's Next Top Model".

Preparem-se para a segunda temporada, porque ela promete várias novidades, tipo... tipo... er, tipo... é, na verdade, vai ser idêntica (ou pior) à anterior. A começar pela mesma apresentadora, Fernanda Motta, que afirmou durante a coletiva que não vai mudar nada em relação à primeira temporada. "Vou continuar sendo eu mesma", ela disse. Talvez seja a hora de tentar ser outra, não?!
Não me entendam mal. A moça é realmente divina mas, como não poderia deixar de ser, como apresentadora é uma excelente modelo...

Os jurados também mudaram. Agora chega o simpático Duda Molinos e o estilista Dudu Bertholini, que tentam animar um pouco a mesa do júri, já que a Érica Palomino deixa a desejar no quesito empatia com o público...

Apesar das críticas, é óbvio que eu vou assistir ao programa. Além de ser reality-addicted, adoro uma comédia.

*Sei que prometi a entrevista da Kim Cattrall, mas acho que já ficou velha. A entrevista com o roteirista/produtor do "Desperate Housewives" eu não publico aqui porque foi feita para uma pauta específica, que não tem muuuuito a ver com esse blog. Vou ver se encontro algumas frases bacanas dele pra postar por aqui.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

What are you gonna live for?

Faltou um comentário sobre o episódio de final de temporada de "Grey's": que música era aquela que tocava enquanto as histórias de cada personagem eram finalizadas?! Fala sério! Uma das melhores músicas que ouvi na série - e olha que "Grey's" tá cheia de boas músicas.
Anote, procure, escute: "The Quest", de Bryn Christopher.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Grey's, Idol e Desperate Housewives no chamado "post-tira-atraso"


Extra, extra! Blog abandonado durante quase dois meses recebe post inédito!
:)

O que me traz a este blog é a vontade de comentar os finais de temporada. Não que eu tenha visto todos os que eu queria, mas eu chego lá.

Comecemos pelo EFT (episódio de final de temporada, of course) de "Grey's Anatomy", série muito, muito, muito querida deste blog.
Karev sensibilizado, na beira do desespero, por causa da Ava/Rebecca/Velha Louca do 71; Izzie e Karev juntos, mas não tão juntos assim; George e a chatinha da Lexie; Miranda Bailey, dominaaaaando aquele hospital; Callie e McSteamy se pegando às escondidas; paciente preso no cimento; paciente transando no hospital; paciente sobrevivendo; e, é claro, Meredith e McDreamy. Ai ai...
Meu momento favorito do episódio (ou seria dos dois últimos episódios? Hum. não sei) foi a relação Rebecca-Karev. Na minha singela opinião, porém, o caso poderia ter sido melhor explorado. Eles poderiam ter introduzido o problema antes na temporada e passado mais tempo acompanhando a história. O desfecho também não foi digno do caso: uma solução muito rápida da parte do Karev. É claro que eu estou pegando no pé porque sou chata, mas esse foi o melhor momento do final de temporada (senão da temporada toda) e poderia ter tido mais espaço.
Vamos relevar. Afinal, a história Meredith e McDreamy teve final feliz. Só o lance das velas é que foi meio forçado. Impossível montar aquilo tudo sozinha. Aposto que se fosse comigo, quando chegasse ao final da montagem, as primeiras velas já teriam apagado.

*
Comentário rápido e atrasado sobre o final de "American Idol": Toma essa Chuletinha! Ah, como foi bom ser surpreendida com a vitória do David Cook. Na batalha Davix x David, o melhor levou o prêmio. Para a minha surpresa e indescritível felicidade.

*
Esses tempos atrás assisti a uma palestra (e entrevistei!) um roteirista/produtor de "Desperate Housewives". Gente fina o cara, viu? E além de tudo ainda é talentosíssimo (fez parte da equipe de roteiristas de "Will and Grace" e "Friends" também. Acha pouco?).

*
No próximo post: entrevista com Kim Cattrall, a Samantha, de "Sex and the City".

terça-feira, 13 de maio de 2008

Também preciso de um milagre


Post fresquinho, de quem acabou de ter uma grata surpresa em frente à TV: "Saving Grace", na Fox. A excelente Holly Hunter no papel de uma policial bêbada, promíscua e completamente desnorteada na vida recebe a visita de um anjo (desses enviados por Deus e tal) e começa a repensar as suas atitudes em relação a si mesma e aos outros.

Achei o piloto cativante, inteligente, bem produzido. Em uma palavra, correto. Tenho medo, porém, que ao invés de melhorar após o piloto, como acontece com a maioria das séries boas por aí, essa desça a ladeira da baboseira.

Claro que uma série que tem um anjo mascando tabaco tentando recuperar uma alcólatra e descrente inveterada já é, por definição, uma baboseira. Sem contar que a personagem principal é mais divertida fazendo todas as besteiras possíveis do que no momento em que começa a refletir sobre a vida.

Porém, talvez a delicadeza na abordagem do tema possa ser um atrativo para continuar a assistir a série. E sem dúvida as recaídas também podem render bons momentos. É muito cedo para dizer.

A única coisa que posso afirmar é que a Fox SUCKS! Primeiro pela dublagem (me programei toda pra assistir à estréia e quando começou, lembrei que era na Fox... que decepção), segundo porque não bastassem os intervalos comerciais, o canal ainda deu um jeitinho de interromper a cena final do episódio para colocar um comercial de carro ou coisa do tipo. Sim, eles colocaram o comercial no meio da última cena! É o fim.

Em resumo: "Saving Grace" terá de superar todas as expectativas, porque para ter paciência para ver qualquer coisa na Fox, só se me acontecer um milagre mesmo.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Decepção


Como de costume, perdi o episódio da quarta-feira de "American Idol". Só pude ver que foram músicas da Mariah Carey. Por mais terrível que possa parecer, achei bom colocarem os caras para cantar as músicas dela. Afinal, quem passa por esse teste pode cantar (quase) qualquer coisa. E a prova de que nem todo mundo que está na reta final merece estar ali foi a saída da chata da Kristy Lee Cook. Finally!

O post, porém, é apenas para lamentar a saída do Michael Johns, semana passada. Tudo bem que ele mandou mal, mas poxa, olha pra essa carinha! Er, quer dizer, lembra de como ele cantava bem! E tinha presença de palco fora do normal!
Agora fiquei sem favoritos na competição. Humpf.

*A propósito, alguém mais achou que a Mariah Carey dublou alguns trechos da música que cantou ontem?! Só digo isso: decepção atrás de decepção nesse "American Idol"...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

E não é que a Kimber é uma fofura?!


A atriz Kelly Carlson, de Nip/Tuck, é uma fofa! Diferente da personagem que ela interpreta (a drogada e atriz de filmes pornográficos, Kimber), a loirinha (que deve pesar, no máximo, 35 quilos) é uma pessoa altamente querida e bem pouco problemática. Ao contrário de algumas das pseudo-celebridades que encontrei na festa do Nip/Tuck nesta última terça, em São Paulo, Kelly (olha como eu estou íntima!) mostrou-se uma pessoa muito pé-no-chão e extremamente simpática.
Na coletiva, terça de manhã, a atriz provou que tem jogo de cintura para atravessar questões polêmicas sem perder a elegância. Fez questão de reforçar que toda a nudez da série tem um propósito, e elogiou indiretamente os brasileiros por serem mais compreensivos quanto à série do que os americanos. Sabe portar-se, falar em público e ainda por cima é irritantemente bonita (eu me pergunto se ela já se submeteu àquelas que são o tema da série, as cirurgias plásticas).
A fotinho aí em cima está ruim, porque foi tirada com o celular (e a mulher não parou quieta um segundo!), mas dá pra ter uma idéia de quem estou falando.

*Em tempo: muito legal a festa do Nip/Tuck em um hotel em São Paulo. A suíte presidencial foi toda caracterizada com objetos da série. Uma bebidinha colorida, servida em tubos de ensaio, era entregue por garçonetes vestidas como enfermeiras. Tudo muito caricato, divertido. Christian Troy teria gostado.

*Se você não tem idéia do que isso tudo significa, pode começar a se sentir culpado. Assim como eu, você deve ter passado quatro anos renegando essa série (e depois que a Fox decidiu dublá-la, deve estar pensando: “ainda bem que esta eu não acompanho”), mas agora é hora de encará-la. Parece que a quinta temporada de “Nip/Tuck” veio para abalar as estruturas, com a mudança dos cirurgiões-plásticos para a cidade mais plástica que existe: Los Angeles. Vou parar de fazer cara feia pra série e vou correr atrás dos episódios perdidos. A começar pela primeira e segunda temporadas, que eu tenho em DVD em casa (e nunca abri!).

sexta-feira, 28 de março de 2008

Viciada nos pseudo-artistas


"American Idol" é a única série que eu estou conseguindo acompanhar pela televisão. Não sei se são os horários ou o vício, mas não consigo deixar de assistir. Mesmo que não seja o episódio todo, fico acordada até de madrugada só pra ver um pedacinho do meu reality favorito.
O triste de viciar em “American Idol” é que você não pode assistir a nenhum noticiário americano ou entrar em qualquer site daquele país, correndo o risco de descobrir os eliminados. Aliás, já descobri quem será eliminado na próxima semana. Não será uma graaande perda, mas preferia não saber. Damn it, Eonline!
Depois de tanto falar do programa, nada mais justo do que comentar os 12 finalistas:

Amanda Overmyer: foi uma pena que ela saiu. Não porque fosse uma excelente cantora, ou tivesse uma gota de carisma, mas ela me fazia acreditar que o programa também poderia ser dominado pelos roqueiros. Guess not.

Brooke White: não gosto. Podem me xingar, mas acho a voz dela igual a de qualquer cantora de boteco. Sem contar que se veste tão bem quanto a Paula Abdul. Afe.

Carly Smithson: nada contra, nada a favor. Mais uma Kelly Clarkson da vida. Canta bem. E só.

Chikezie: cara super gente fina, mas medíocre (no melhor sentido).

David Archuleta: ouço gritos de “já ganhou” só ao falar o nome dele. Canta MUITO para um menino de 17 anos. As risadinhas incessantes me cansam um pouco, mas acho que o menino tem motivos para sorrir mesmo.

David Cook: um pouco arrogante, mas muito bom. Roqueiro (o que já me agrada), afinado e inteligente na hora de fazer arranjos.

David Hernandez: alguém aí tem dúvida do motivo que fez com que ele fosse eliminado? Só porque o menino foi stripper de uma boate gay, a tão democrática América jogou o cara pra escanteio.

Jason Castro: em alguns momentos o acho ótimo, em outros acho que ele é igual a qualquer outro. O fato é que mesmo sendo tímido, ele transborda carisma. Sem contar a escolha de músicas, quase sempre impecável, o que já o ajudou muito até aqui.

Kristy Lee Cook: quem?! (como diria o Simon: “forgettable”)

Michael Johns: esse é o cara. Excelente gosto musical, voz aveludada, estilo, carisma e, por que não, beleza. Que pacote! Só falta se soltar um pouquinho.

Ramiele Malubay: não sou muito fã do jeitinho dela, mas acho que tem uma das vozes mais fortes da competição em termos de alcance. A menina alcança todas as notas! Seria ainda mais impressionante se ela soubesse se portar no palco. Aquele olhar focado no horizonte é meio frio demais.

Syesha Mercado: uma das minhas favoritas. O tipo de pessoa que se estivesse na minha frente na fila de testes do “American Idol” eu seria obrigada a matar.

Esse é o top 12 (na verdade top 10, com a saída da Amanda e do David Hernandez), que, na minha opinião, ficaria muito melhor se uma das minhas favoritas não tivesse sido tesourada: Asia’h Epperson. Tão injusto.

*E você, o que acha deste Top 12? Quem são seus favoritos?